De acordo com este mesmo relatório, as empresas do setor estão a procurar com urgência de perfis profissionais conectados à cibersegurança. No entanto, as empresas acham "muito mais difícil" encontrar o talento certo nesta área. Esta circunstância é agravada "pela falta geral de estudantes e profissionais de STEM no país. Por esta razão, estas empresas serão forçadas a explorar vias educativas alternativas, tais como a área de programação/IT para formar os talentos mais competitivos."
A prova dessa necessidade é que há cada vez mais instituições e empresas que oferecem formação para profissionais que querem trabalhar no setor de fintechs. A IE University, por exemplo, oferece um curso de seis semanas que aplica tecnologias como big data, IA, blockchain e computação quântica.
A IEBS Digital School, por sua vez, oferece 31 cursos relacionados ao setor de fintechs que incluem informações sobre pagamentos digitais, criptomoedas e tecnologias de livro-razão distribuído.