É o chamado elevator pitch que, em poucas palavras, mostra aos recrutadores e contactos o que temos para oferecer. Deixamos aqui algumas dicas para fazê-lo da melhor maneira.
Num mundo em que somos permanentemente bombardeados com informação, faz toda a diferença conseguir destacar-nos. Construir um discurso potente sobre a nossa marca pessoal ajuda-nos a atingir este objetivo.
Esta ferramenta essencial de auto-marketing é basicamente um discurso conciso e cuidado sobre quem somos, os nossos conhecimentos e competências-chave, bem como o valor que podemos acrescentar a uma qualquer empresa onde gostássemos de trabalhar. Por exemplo:
Pense no seu discurso de marca pessoal enquanto “elevator pitch” para mostrar quem é e o que tem para oferecer. Isto é ideal para chamar a atenção de um potencial futuro chefe, ou consultor de recursos humanos que esteja em busca de novos perfis, ou simplesmente para ter uma boa frase preparada quando um entrevistador lhe diga por Skype: “Fale-me sobre si…”
Mas onde pode utilizar a sua marca pessoal? Como elaborá-la? E quais serão as melhores técnicas para se destacar dos restantes candidatos?
A sua marca pessoal pode ser utilizada em qualquer lugar que possa ajudá-lo a “vender-se” a um potencial empregador: no cabeçalho do seu CV, numa carta de apresentação, num email, no seu perfil do LinkedIn, entre outros.
Também pode utilizar o seu discurso de marca pessoal ou personal branding para começar bem uma entrevista, ou enquanto faz networking com novos contactos cara-a-cara. A ideia não é soar como um papagaio a repetir um guião decorado, mas é útil ter um resumo previamente pensado, especialmente naqueles momentos em que não lhe ocorre nada para dizer, ou está sem ideias para começar uma conversa.
Este discurso, na sua forma mais simples, é tipicamente uma única frase, no estilo dos exemplos anteriores, mas é útil ter versões de extensão diferente para poder adaptar a diversos contextos. Por exemplo:
Tal como pode ver nos exemplos que se seguem, os mission statements costumam seguir uma fórmula típica:
X resume o que faz, idealmente com algum tipo de acreditação. Por exemplo, “acreditado por…”; “grande experiência em…”; ou “bilingue”.
Y tem a ver com a sua experiência e o tipo de valor que pode oferecer, como por exemplo: “… com 5 anos de experiência na negociação de fusões e aquisições no setor retalhista.”
Z é o que está à procura, também idealmente apresentado como um benefício para a sua potencial audiência. Por exemplo: “estou em busca de uma oportunidade que me permita traduzir as minhas reconhecidas capacidades de desenvolvimento de negócio em eficazes iniciativas de angariação de fundos sem fins lucrativos.
Pense no seu discurso de marca pessoal enquanto “elevator pitch” para mostrar quem é e o que tem para oferecer.
Tal como com o seu restante CV, é uma ótima ideia rever e atualizar o seu discurso com regularidade à medida que as suas competências, experiência e aspirações se forem alterando. Além disso, esteja preparado para o adaptar de forma a torná-lo mais relevante para as diferentes ofertas de emprego a que se candidate.
Deixamos aqui mais alguns exemplos para se inspirar e criar um excelente discurso de marca pessoal:
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