Inhouse — Recrutador Dedicado
Um recrutador nosso a trabalhar dentro da sua empresa, integrado na equipa e nos seus processos.
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No modelo inhouse, um recrutador nosso trabalha a partir da empresa do cliente, integrado na equipa, com os sistemas e os processos dele. Está presente nas reuniões, conhece as chefias pelo nome e percebe a cultura de dentro — coisas que nenhum briefing transmite bem, por melhor que seja escrito.
É o modelo mais próximo de ter equipa própria, sem o compromisso de a criar. Faz sentido quando há necessidade contínua mas não permanente: uma empresa que contrata regularmente durante um ano de crescimento e ainda não sabe se o ritmo se mantém, ou que quer testar se justifica ter recrutamento interno antes de abrir o lugar.
A diferença face ao RPO é a proximidade e o controlo. No RPO o processo é nosso e reportamos resultados; no inhouse a pessoa é parte da equipa do cliente, usa o ATS do cliente, segue as etapas do cliente e responde à chefia do cliente no dia a dia. Quem escolhe entre os dois costuma decidir por aí — não por preço.
Há um benefício menos óbvio: fica conhecimento. Quando o período termina, a empresa não volta ao ponto de partida. Os processos ficaram documentados, o pipeline ficou construído e a equipa aprendeu a conduzir entrevistas de forma consistente. Em vários casos foi assim que o cliente decidiu criar a função interna — já sabendo o que estava a contratar.
Período mínimo de três meses, em regime parcial ou completo. Em parcial, dois ou três dias por semana chegam para empresas com cinco a dez contratações por trimestre.
- ·Necessidade contínua de recrutamento, mas não permanente
- ·Vontade de manter o processo dentro de casa
- ·Cultura interna difícil de transmitir num briefing