RPO — Recruitment Process Outsourcing
A função de recrutamento entregue à Talentis, no todo ou em parte, por um período definido.
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No modelo RPO assumimos o processo de recrutamento da empresa — ou uma parte dele — durante um período acordado. Não é recrutamento à peça com desconto por volume: é responsabilidade sobre o processo, com métricas, calendário e reporte.
Faz sentido quando o volume de contratações é alto e irregular. Uma expansão que exige trinta pessoas em nove meses não justifica montar uma equipa interna que fica sem trabalho no décimo mês, mas também não se resolve bem contratando trinta vezes à peça — cada processo recomeça do zero, ninguém acumula conhecimento sobre a empresa, e o custo total surpreende.
Trabalhamos com a marca do cliente, não com a nossa. Os candidatos falam com alguém que se apresenta como parte da empresa, respondem a anúncios da empresa e vivem a experiência de candidatura da empresa. Do lado de dentro, o cliente tem relatório de progresso, funil visível e um interlocutor único.
O âmbito define-se caso a caso e fica por escrito antes de começar. Pode ir do sourcing apenas até ao processo completo, incluindo redacção de anúncios, triagem, agendamento, entrevistas iniciais e apoio na gestão de propostas.
As métricas acordam-se no início: tempo médio até shortlist, taxa de aceitação de propostas, candidatos por fase e permanência aos seis meses. Sem métricas definidas à partida, um RPO transforma-se em actividade sem resultado — e é essa a crítica justa que muitas empresas fazem ao modelo.
Período mínimo de três meses. Abaixo disso não há tempo para calibrar o que a empresa considera um bom candidato.
- ·Volume de contratações alto e concentrado no tempo
- ·Equipa interna de RH sem capacidade para o pico
- ·Necessidade de reporte e métricas sobre o processo